Divulgação/TV Globo/ Renato Rocha Miranda

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Sabendo disso, Guilhermina Guinle, ex-mulher de Wilker, quis dar de presente de aniversário os direitos do livro, mas eles já tinham sido comprados por Sérgio Machado, diretor de "Cidade Baixa".

"Eu fiquei sabendo que Guilhermina quis me dar esse presente. Eu mesmo já tinha começado a investigar, e no minuto seguinte descobri que o Sérgio Machado já tinha comprado os direitos. Espero que caminhem bem nas mãos dele, porque a história tem potencial para virar um baita de um filme", comentou.

E quando questionado sobre uma possível participação no filme, Wilker foi enfático. "Estou acompanhando este projeto à distância. Não gostaria de participar porque estou com a cabeça em outras coisas", explicou.

Uma dessas coisas é a divulgação do filme "O Bem Amado", em que ele participa. Sem perder o lado crítico, Wilker aproveitou o viés político do longa e resolveu se pronunciar. "O Brasil vive em ano eleitoral. Nós temos uma ordem política que nos obriga a cada dois anos estar em eleições. Portanto, estamos sempre em campanha. É uma ordem que eu acho assustadora, porque não tem estabilidade e os políticos nunca saem do palanque!", finalizou.

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