Advogado de John Travolta considera acusações de abuso sexual "ridículas"
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Por FAMOSIDADES
SÃO PAULO - O advogado de John Travolta, Martin Singer, classificou como "ridículas" as acusações de assédio sexual feitas contra o ator. Singer se manifestou depois que uma terceira denúncia surgiu, enquanto o primeiro acusador mudou sua versão sobre a data em que o suposto incidente aconteceu.
"Essa é mais uma alegação ridícula de alguém pulando no vagão para conseguir seus 15 minutos de fama com uma história sobre algo que teria acontecido há mais de três anos", disse o advogado em uma nota divulgada na sexta-feira (11).
A suposta terceira vítima é o funcionário de um navio de cruzeiro Fabian Zanzi. Ele disse ao programa chileno de TV "Primer Plano" que John Travolta lhe ofereceu US$ 12 mil, cerca de R$ 22 mil, em troca de sexo durante um cruzeiro. O incidente teria acontecido em 2009, mas não ficou claro se Zanzi moveu uma ação judicial contra o ator.
"Na época, os supervisores de Zanzi não acreditaram nele, confinaram-no à sua cabine e posteriormente o demitiram, segundo relatos da imprensa. Significativamente, nunca ouvimos falar desse sujeito antes. O fato de só estarmos ouvindo falar dele agora por meio de fofocas em tabloides três anos depois fala por si só", acrescentou Martin Singer.
John Travolta ainda é alvo de processos abertos por dois massagistas. De acordo com a agência de notícias Reuters, o primeiro acusador, identificado no processo como John Doe No. 1 (fulano de tal número 1), teria alterado seu depoimento sobre o caso de abuso. Na última sexta-feira (11), ele afirmou que errou ao mencionar a data do episódio em que Travolta teria esfregado seu corpo no dele na tentativa de iniciar um ato sexual em um hotel de Beverly Hills.
Sobre esta acusação, os advogados do ator dizem que Travolta, que é casado há 20 anos com a atriz Kelly Preston, estava na cidade de Nova York no dia inicialmente citado. O astro ainda teria recibos de restaurantes e fotos para provar a alegação.
Um segundo massagista incorporou-se à ação, que pede indenização de R$ 2 milhões. Identificado como "John Doe No. 2", a suposta vítima diz que Travolta tocou suas partes íntimas se insinuou sexualmente durante uma sessão de massagem em um hotel de Atlanta no dia 28 de janeiro. Para Martin Singer, todas as acusações são absurdas, ridículas e fictícias.
FAMOSIDADES

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